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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Amor e amizade

Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração.

Amor de verdade.


Amor não é se envolver com a pessoa perfeita,
aquela dos nossos sonhos.
Não existem príncipes nem princesas.
Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos.
O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Os Três Mal-Amados

O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.

O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.

O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina.

O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos.

Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina.

O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água.

O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome.

O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel.

O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso.

O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.

O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Aprendi

Aprendi que quando se está apaixonado.... dá pra notar!

Aprendi que quando uma pessoa me diz...
"Você alegrou meu dia", isso alegra minha vida.

Que ser criança é mais importante que deixar de ser.
Que nunca deves rejeitar um presente de uma criança.

Que sempre posso orar por alguém quando não tenha outro modo de ajudá-lo.

Que não importa o quanto a vida exige que sejas sério.
Todos nós necessitamos um amigo com quem possamos dar gargalhadas.

Que algumas vezes, tudo o que uma pessoa necessita é uma mão
para segurar e um coração para entender.

Que a vida é como uma espiral: quanto mais se aproxima do final, mais rápido caminha.

Que o dinheiro não compra "classe ".

Que essas pequenas coisas que acontecem diariamente,
são as coisas que fazem a vida espetacular.

Que debaixo do duro aspecto das pessoas, ha alguém que quer ser apreciado e amado.

Que Deus não fez tudo num só dia. Então o que me faz pensar que eu posso?

Que ignorar os fatos... não os muda.

Que é o amor, e não o tempo, que cura todas as feridas.

Que cada pessoa que conheces merece ser presenteada com um sorriso.

Aprendi que ninguém é perfeito ... até que te apaixonas por alguém.

Aprendi que as oportunidades nunca se perdem, que devemos aproveitá-las.

Aprendi que as pessoas devem dizer palavras suaves e ternas,
porque no futuro poderão ter que engoli-las.

Que um sorriso, é a maneira mais barata de ficar muito mais bonito.

Aprendi que se pode aprender...

- Eu te amo


Não existe dificuldade que o amor não supere;
nem doença que o amor não cure;
nem porta fechada que o amor não a abra;
nem águas que o amor não construa uma ponte;
nem parede que o amor não derrube;
nem pecado que o amor não perdoe.
Não faz diferença quão díficil seja o problema,
mesmo quando não há mais esperança...
ou quão embaraçado possa ser...
ou grande tenha sido o erro...
O amor é suficiente para dissolver tudo isto!
Se somente nos amássemos mais,
seríamos os mais felizes
e poderosos do mundo!
Por isso...

Ah..Eu te amo !